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Coprocessamento e produção de cimento
Comprometida com o desenvolvimento sustentável, a Resotec realiza o coprocessamento em fornos de cimento, com segurança e eficiência necessárias para que resíduos industriais sejam destruídos de forma adequada e definitiva. Com laboratórios e estações de tratamento nas unidades de Pedro Leopoldo (MG), Barroso (MG) e Cantagalo (RJ), a Resotec aplica a mesma tecnologia utilizada pela Holcim no mundo quanto ao gerenciamento de resíduos para produção de cimento.
O sistema usa materiais pré-selecionados – com alto poder calorífico – e outros resíduos industriais como combustíveis alternativos e matérias-primas para serem coprocessados nos fornos das cimenteiras. Isso acontece na fase do processo em que o calcário e a argila dão origem ao clínquer, material que, misturado com escória, calcário e gesso, será transformado em cimento.
As vantagens ambientais dessa técnica são inúmeras. Incluem o reaproveitamento e eliminação total dos resíduos industriais, a uma temperatura de cerca de 1.500 ºC, com a respectiva redução de uso de recursos não-renováveis, usados na fabricação de cimento. A segurança é absoluta e não são gerados efluentes líquidos ou sólidos durante a queima.
As cinzas que seriam geradas e posteriormente aterradas em um processo convencional de incineração, no coprocessamento são totalmente incorporadas ao clínquer sem alterar suas propriedades. Cada lote de resíduos é rigorosamente analisado antes de ir para o forno.
Entre os muitos materiais que podem ser coprocessados estão borras oleosas, graxas, serragens, plásticos, pneus, papéis e embalagens. Vão para os fornos apenas aqueles que não têm condições de ser reciclados. Não são usados resíduos hospitalares, materiais radiativos, pilhas, baterias, pesticidas, lixo doméstico não-classificado, entre outros.

