História

2008: Fim das marcas regionais

A empresa conclui o processo de mudança de marca, iniciado em 2002, extinguindo suas nomenclaturas regionais Alvorada, Barroso, Ciminas, Concretex e Paraíso e adotando para todos os seus produtos a marca mundial Holcim.

2007: Retomada de investimentos

O Grupo Holcim retoma seus investimentos no País, com a reativação da fábrica de cimento de Sorocaba (SP). Primeira aquisição da companhia no Brasil, a unidade funcionou de 1951 a 2002. A empresa investiu R$ 3,2 milhões na modernização da fábrica, que possui um dos moinhos mais eficientes do País para a produção de cimentos. A unidade em Sorocaba tem capacidade de 200 t/ano e é dedicada a produtos de alta tecnologia.

Para atender uma demanda de seus consumidores, nesse ano a empresa lança também novas embalagens para seus produtos, que passam a ser identificados como Forte, Ultra Forte, Rápido e Ultra Rápido. Esses termos substituem nomenclaturas baseadas nas normas técnicas, como CPII, CPIII, entre outras. As embalagens de cada tipo de cimento também receberam uma cor própria, permitindo rápida identificação no canteiro de obras. Além disso, o consumidor encontra no verso delas recomendações de uso e cuidados com saúde e segurança.

Ainda em 2007, a unidade de negócios Concreto comemora 50 anos. Durante esse meio século de operação no País, o concreto Holcim foi utilizado em obras importantes para o desenvolvimento como: a fundação de Brasília; a construção de estruturas que receberam os Jogos Pan-americano 2007 no Rio de Janeiro; a construção da ponte Rio-Niterói; e a linha 2 do metrô de São Paulo.

2006: Criação do Comitê de Sustentabilidade

É criado Comitê de Sustentabilidade da Holcim Brasil. Composto por membros internos e externos tem por objetivo acompanhar a incorporação dos princípios de sustentabilidade na gestão da empresa. Também em 2006, a Holcim Brasil conquista certificação do Grupo Holcim em Saúde e Segurança no Trabalho (SST).

2004: Nova unidade de Agregados

Começa a operar em Magé (RJ) a mais moderna mineração de agregados da América Latina. Com capacidade para dois milhões de toneladas/ano de brita, a unidade possui uma estrutura de logística que permite um fornecimento rápido e eficiente para toda a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, partes da Região Serrana e dos Lagos (RJ). Além disso, operação é totalmente automatizada e utiliza a mais avançada tecnologia de extração mineral e de beneficiamento, bem como elevados padrões ambientais. Em São Paulo, a marca Pedreiras Cantareira deixa de existir e a operação de Agregados em Mairiporã assume a marca Holcim.

Também neste ano, é inaugurado em Belo Horizonte (MG) o Teatro Sesi Holcim, patrocinado pela Holcim Brasil, que utilizou os benefícios da Lei Estadual da Cultura daquele Estado.

2003: Trabalhando em rede

Nesse ano, o Instituto Holcim torna-se membro da RedEAmérica. O grupo é constituído por fundações e organizações empresariais cuja proposta é contribuir com a redução da pobreza a partir do desenvolvimento de base. O presidente da Holcim Brasil, Carlos F. Bühler, torna-se presidente do Conselho Consultivo da entidade.

2002: Holcim, uma marca mundial

A operação brasileira segue a orientação da matriz e assume a nova marca mundial Holcim e passa a ser reconhecida como uma empresa e que integra um grupo internacional, presente em mais de 70 países.

Nesse ano também é criado Instituto Holcim. O objetivo da entidade é coordenar os investimentos sociais da Holcim Brasil e fortalecer o relacionamento da empresa com a população do entorno das unidades.

Ainda em 2002, a empresa associa-se ao Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social.

2000: Expansão da Fábrica Cantagalo (RJ)

A empresa expande a capacidade produtiva de sua fábrica em Cantagalo (RJ) de cimento, para aproximadamente 1,2 milhões de t/ano. Esse aumento foi proporcionado pela modernização nos processos de moagem, embalagem e expedição, além da construção de um novo silo de clínquer (produto usado como matéria-prima para o cimento). Os investimentos da empresa em 2000 atingiram ordem de US$ 38 milhões.

Anos 1990: Aquisição do Grupo Paraíso, Concretex e Pedreiras Cantareira

A grupo suíço Holderbank (atual Grupo Holcim) reavalia seus projetos de expansão no País e em 1996, adquire o Grupo Paraíso, composto por quatro fábricas de cimento que respondiam por uma capacidade produtiva de 2,2 milhões de t/ano. Nessa mesma época acontece a aquisição das empresas Concretex e Pedreiras Cantareira. O grupo Ciminas passa então a se chamar Holdercim Brasil S.A. A capacidade instalada da empresa amplia para 5,2 milhões de t/ano de cimento, tornando-se uma das líderes do mercado brasileiro.

Anos 1980: Expansão da Fábrica Pedro Leopoldo (MG)

O projeto de expansão da unidade é concluído em 1984. Essa ampliação permitiu um aumento da capacidade instalada da fábrica para 2,65 milhões de toneladas de cimento ao ano. Dessa forma, nos anos 1980, a produção cimenteira do Grupo no Brasil, somando o volume das fábricas de Pedro Leopoldo (MG) e Ipanema (atual Sorocaba, SP), ultrapassou a marca dos 3 milhões de toneladas ao ano (t/ano).

Anos 1970: Construção da Fábrica Pedro Leopoldo (MG)

Em setembro de 1973, a construção da Ciminas (Cimento Nacional de Minas S/A) foi concluída e as atividades foram iniciadas. Naquele momento, a fábrica, localizada em Pedro Leopoldo (MG), foi considerada um modelo de tecnologia para a indústria cimenteira na América Latina.

Anos 1950: Instalação do Grupo no Brasil

A atividade do grupo suíço Holderbank no Brasil teve início em fevereiro de 1951. Naquele ano, a primeira subsidiária brasileira, denominada Sacomex (Sociedade Extrativa de Calcário Ltda), foi incorporada à companhia. Em 1953, o Grupo Holderbank adquire a fábrica de cimento Ipanema, localizada em Sorocaba (SP).