História

Anos 1950: Instalação do Grupo no Brasil

A atividade do grupo suíço Holderbank no Brasil teve início em fevereiro de 1951. Naquele ano, a primeira subsidiária brasileira, denominada Sacomex (Sociedade Extrativa de Calcário Ltda.), foi incorporada à companhia. Em 1953, o Grupo Holderbank adquire a fábrica de cimento Ipanema, localizada em Sorocaba (SP).

Anos 1970: Construção da Fábrica Pedro Leopoldo (MG)

Em setembro de 1973, com a construção da Ciminas (Cimento Nacional de Minas S/A), as atividades foram iniciadas. Naquele momento, a fábrica, em Pedro Leopoldo (MG), foi considerada um modelo de tecnologia na América Latina.

Anos 1980: Expansão da Fábrica Pedro Leopoldo (MG)

Concluída em 1984, permite um aumento da capacidade instalada da fábrica para 2,65 milhões de toneladas de cimento ao ano. Nos anos 1980, a produção cimenteira do Grupo no Brasil, somando o volume das fábricas de Pedro Leopoldo (MG) e Ipanema (atual Sorocaba, SP), ultrapassou a marca dos 3 milhões de t/ano.

Anos 1990: Aquisição do Grupo Paraíso, Concretex e Pedreiras Cantareira

O grupo suíço Holderbank (atual Grupo Holcim) reavalia seus projetos de expansão no País e, em 1996, adquire o Grupo Paraíso, composto por quatro fábricas de cimento com capacidade produtiva de 2,2 milhões de t/ano. Nessa mesma época ocorre a aquisição das empresas Concretex e Pedreiras Cantareira. O grupo Ciminas passa então a se chamar Holdercim Brasil S.A. A capacidade instalada da empresa amplia para 5,2 milhões de t/ano de cimento, tornando-se uma das líderes do mercado brasileiro.

2000: Expansão da Fábrica Cantagalo (RJ)

A capacidade produtiva de cimento em Cantagalo(RJ) se expande para aproximadamente 1,2 milhão de t/ano, com a modernização nos processos de moagem, embalagem e expedição, além da construção de um novo silo de clínquer (produto usado como matéria-prima para o cimento). Os investimentos da empresa em 2000 atingiram ordem de US$ 38 milhões.

2002: Holcim, uma marca mundial

A operação brasileira segue a orientação da matriz e assume a nova marca Holcim,sendo reconhecida como uma empresa que integra um grupo presente em mais de 70 países. 

Também é criado o Instituto Holcim, com o objetivo de coordenar os investimentos sociais da Holcim Brasil e fortalecer o relacionamento da empresa com a população do entorno das unidades. 

Ainda em 2002, a empresa associa-se ao Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social.

2003: Trabalhando em rede

O Instituto Holcimse torna membro da RedEAmérica. O grupo é constituído por fundações e organizações empresariais, cuja proposta é contribuir com a redução da pobreza. 

2004: Nova unidade de Agregados

Começa a operar em Magé (RJ) a mais moderna mineração de agregados da América Latina. Com capacidade para 2 milhões de toneladas/ano de brita, a unidade possui estrutura de logística para um fornecimento rápido e eficiente a toda a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, partes da Região Serrana e dos Lagos (RJ). Além disso, a operação é totalmente automatizada e usa a mais avançada tecnologia de extração mineral e de beneficiamento, bem como elevados padrões ambientais.

Em São Paulo, a marca Pedreiras Cantareira deixa de existir e a operação de Agregados em Mairiporã assume a marca Holcim. 

Também neste ano, é inaugurado em Belo Horizonte (MG) o Teatro Sesi Holcim, patrocinado pela Holcim Brasil, que utilizou os benefícios da Lei Estadual da Cultura.

2006: Criação do Comitê de Sustentabilidade

É criado o Comitê de Sustentabilidade da Holcim Brasil, que acompanha a incorporação dos princípios de sustentabilidade na gestão da empresa. Neste ano, a Holcim Brasil conquista certificação do Grupo Holcim em Saúde e Segurança no Trabalho (SST).

2007: Retomada de investimentos

O Grupo Holcim retoma seus investimentos no País, com a reativação da fábrica de cimento de Sorocaba (SP). Primeira aquisição da companhia no Brasil, a unidade funcionou de 1951 a 2002. A empresa investiu R$ 3,2 milhões na modernização da fábrica, que possui um dos moinhos mais eficientes do País para a produção de cimentos. A unidade em Sorocaba tem capacidade de 200 t/ano e é dedicada a produtos de alta tecnologia. 

Os produtos ganham novas embalagens, sendo identificados como Forte, Ultra Forte, Rápido e Ultra Rápido. Esses termos substituem nomenclaturas baseadas nas normas técnicas, como CPII e CPIII. As embalagens de cada tipo de cimento também receberam uma cor própria, permitindo rápida identificação. 

Ainda em 2007, a unidade de negócios Concreto comemora 50 anos. Em meio século de operação no País, o concreto Holcim foi usado em obras importantes, como a fundação de Brasília; a construção de estruturas que receberam os Jogos Pan-americanos 2007, no Rio de Janeiro; a construção da ponte Rio-Niterói; e a linha 2 do metrô de São Paulo.

2008: Fim das marcas regionais

A empresa conclui o processo de mudança de marca, iniciado em 2002, extinguindo suas nomenclaturas regionais Alvorada, Barroso, Ciminas, Concretex e Paraíso e adotando para todos os seus produtos a marca mundial Holcim.

2011: 60 anos Holcim Brasil

Celebramos seis décadas no Brasil, dedicados ao desenvolvimento local. Para a Holcim Brasil, responsabilidade social é uma questão estratégica e prioritária, que orienta as ações da empresa no País em diversas áreas, como Conduta nos Negócios, Práticas Empregatícias, Saúde e Segurança no Trabalho (SST), Envolvimento com a Comunidade, Relacionamento com Clientes e Fornecedores, Monitoramento e Relato de Desempenho. 

2012: 100 anos HolcimGroup e Expansão da fábrica de Barroso (MG)

O Grupo Holcim completa 100 anos de atuação, levando o melhor em cimento, concreto e agregados aos clientes. Uma empresa presente em obras de todos os portes em diversas partes do mundo, com dedicação constante à pesquisa, desenvolvimento e soluções completas em construção.

Com um investimento de mais de R$ 1,4 bilhão, iniciamos a obra de expansão da fábrica de Barroso (MG). A nova unidade triplicará a produção anual de cimento, além de gerar empregos.