O cimento é um composto altamente higroscópico, apresentando uma forte reação na presença de água. É essa reação que possibilita a utilização do cimento na construção civil.
Dessa forma, durante a sua fabricação, embalagem e expedição deve-se evitar ao máximo o contato do cimento com a água ou sua exposição à umidade. Por isso, durante o processo fabril a água é utilizada para o resfriamento de equipamentos ou de fluxos gasosos, não gerando, portanto, efluentes industriais contaminados.De uma forma geral, a água utilizada para o resfriamento de fluxos gasosos é absorvida no processo, sendo liberada apenas na forma de vapor, juntamente com outras emissões gasosas, sofrendo monitoramentos periódicos.
Já a água que é utilizada no resfriamento de equipamentos é direcionada para canais de drenagem, passando por equipamentos de controle da poluição, no caso, separadores de água-óleo (SAO). O efluente desses separadores, caso sejam descartados em corpos d’água, são monitorados periodicamente.
Geralmente, a qualidade da água descartada é melhor que daquela captada no mesmo corpo d’água.
Quanto ao reaproveitamento dos recursos hídricos captados da natureza, a parcela absorvida no processo não é passível de recuperação.
Em contrapartida, o efluente do SAO pode ser recirculado.
A tendência das unidades do Grupo é reaproveitar ao máximo a água captadas nos córregos.
O gerenciamento dos recursos hídricos deve também estar atento aos efluentes sanitários. Estes podem ser tratados por fossas sépticas ou por combinações de fossas e filtros biológicos, dependendo da carga de poluentes. Isto também é feito pela Holcim, e os efluentes desses sistemas de tratamento são monitorados periodicamente.